
Rāśi
Mina
मीनMīnaPeixes
Mīna é o último signo: o oceano para onde tudo regressa. Ensina a compaixão, a entrega e a distinguir o que se dissolve do que se perde.
- Regente
- Guru
- Elemento
- Água
- Modalidade
- Duplo
- Figura
- Dois peixes unidos, a nadar em sentidos opostos.
Mīna, o peixe, pertence à Água e à modalidade Dupla (Dvisvabhāva), e é regido por Júpiter. São dois peixes unidos, um a nadar para cima e outro para baixo: o impulso para o mundo e o impulso para o infinito. Mīna fecha o ciclo do zodíaco e, com ele, a pergunta que começa em Meṣa: o que fica quando o eu se solta?
Mīna traz compaixão, imaginação e sensibilidade ao que não se vê. A sombra é a fuga: a confusão de limites, a absorção dos problemas dos outros, o refúgio na fantasia ou em substâncias, a dificuldade em fazer o que é prático. O trabalho é dar à sensibilidade uma forma: rotina, arte, serviço ou oração com horas marcadas.
Contém o último quarto de Purva Bhadrapada, Uttara Bhadrapada e Revati. Vénus exalta-se aqui, a 27°: o amor transforma-se em devoção. Mercúrio enfraquece, a 15°: a lógica fica pequena perante o que não se mede.
A sensibilidade serve quando tem margens e forma.
Como Lagna
Com Mīna no Lagna, a presença é suave, intuitiva e difícil de definir: os limites entre a pessoa e o ambiente são finos. A empatia é grande, e o cansaço social também. O refinamento é aprender a proteger a sensibilidade com rotinas e com solidão regular.
A Lua neste signo
Com a Lua em Mīna, a vida emocional é um oceano: absorve o que está à volta e sente muito do que não se diz. Os sonhos, a música e a água acalmam. Convém ter hábitos simples, como horas fixas e contacto com a natureza, para não se perder na maré.