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Roteiro da Luz
Azulejo de Ashwini: Cabeça de cavalo.

Nakṣatra 1 de 27

Ashwini

अश्विनीAśvinīA que tem cavalos

O primeiro dos vinte e sete, onde o zodíaco sideral recomeça. Os gémeos Ashwins chegam com a aurora e acodem a quem os chama.

Extensão
Mesha 0°00′ a 13°20′
Regente
Ketu
Divindade
Ashwins, os gémeos médicos dos deuses
Símbolo
Cabeça de cavalo
Natureza
Deva
Śīghra vyāpanī: o poder de chegar depressa ao que precisa de ser alcançado.

Ashwini abre o ciclo dos nakshatras no ponto em que o zodíaco sideral recomeça. A sua divindade são os Ashwins, os gémeos que o Ṛgveda invoca ao amanhecer, no seu carro, como os médicos dos deuses. Foram eles, conta a tradição, que devolveram a juventude ao sábio Chyavana.

O símbolo é a cabeça de cavalo: instinto, arranque, um corpo que responde antes de pensar. A shakti é a de chegar depressa ao que precisa de socorro, e a rapidez de Ashwini nasce de acudir, não de competir. Ketu, o regente, empresta-lhe desprendimento, e este nakshatra começa sem exigir ficar para colher.

A lição de Ashwini é distinguir a pressa que cura da pressa que atropela. O primeiro gesto tem força quando é pequeno e dirigido a uma necessidade real. O que se inicia com tanto ímpeto precisa depois de quem o mantenha.

A dádiva

Coragem simples para dar o primeiro passo e prontidão para acudir quando alguém precisa.

A sombra

Começar sem rematar, agir antes de ouvir e confundir velocidade com direção.

A Lua natal em Ashwini

Quem nasce com a Lua em Ashwini sente depressa e reage depressa. A mente pede movimento e alívio imediato, e acalma quando tem um primeiro passo para dar. O trabalho de uma vida é dar constância ao arranque.

Quando a Lua passa por aqui

Um primeiro passo simples

A Lua em Ashwini traz a energia de um amanhecer. Há vontade de agir, e as pequenas partidas correm bem quando são simples.

Favorece

  • Começar de manhã uma tarefa pequena
  • Acudir a quem pediu ajuda

Com mais cuidado

  • Querer resolver tudo de uma só vez